Quando um aluno, após múltiplas tentativas de lhe fornecer técnicas para poder tocar determinada passagem, não consegue fazer o que lhe pedimos, empurra-nos para a angústia, em que vemos o tempo passar e nada alcançar.
Decidimos parar, refrescar a memória, visual e auditiva, nossa e do aluno, deixamo-lo ouvir outros alunos.
Mas o tempo da aula termina, temos que ver outros aprendizes de um outro instrumento.
(...)
Voltamos à sala. O aluno em questão lá permanece.
"Rapaz, toca de novo aquela pssagem, da página x. Só tens uma oportunidade. Força!"
E eis que, por milagre, tudo bate certo, sem truques, sem ser "a acertar, ao calhas". A felicidade ressurge nos nossos olhares.
O trabalho tinha sido bem feito.
A recompensa virá.
The Argument from Our Feeling of the Injustice of Our Discomfitures
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Life is painful. This seems to us profoundly unfair. How could a perfectly
good and omnipotent God have allowed all these manifest horrors we have
suffered...
Há 13 horas
