Faleceu recentemente aquele que, entre valiosos estudos e contribuições intelectuais, era admirado por ter sido o único deputado europeu que nunca precisou de intérprete, pois conhecia todas as línguas faladas no Parlamento Europeu da sua altura. Tal era a sua preparação para o cargo que nunca veio a assumir, o de Kaiser da Áustria-Hungria.
Pensamento da semana
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Uma democracia sem jornalismo - forte, vigilante, incómodo - está condenada
à exaustão ou à irrelevância. E não se presuma que o combate pelo direito à...
Há 11 horas
