Um colega meu, holandês (meio maluco, meio Tom Cruise, fora o pleonasmo) estudava esta peça(com um excerto aqui) imensas vezes em Budapest, o ano passado.
Tem imensas peripécias, sempre relacionadas com o Tema inicial. Se fôssemos a usar a nomenclatura de Charles Rosen, e de forma sempre livre, tratam-se de variadas formas de criação de tensão e não uma mera aglomeração harmónica desobstinada.
Esta interpretação, juntamente com a de Sviatoslav Richter, são únicas na absorção do lirismo inerente, na forma de nos libertarmos através da música, dos nossos sentimentos mais introspectivos.
E relembra-me Budapest....
DELITO há cinco anos
-
*[image: 21523202_SMAuI.jpeg]*
*Eu:* «Infelizmente as estatísticas demonstram que, em termos
proporcionais, temos em Portugal o dobro dos óbitos por C...
Há 2 horas
