segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Muito pouco, muito tarde

Um dia simbólico para as crianças, o dia em que, ao mesmo tempo, se travaram duas propostas, uma contra a vida, outra contra a maternidade e a paternidade.
É simbólico que a esquerda estremeça de críticas. Por um lado, acha mal que não se entreguem crianças ao tipo de casais que quer ver enaltecido (depois de considerar, em tempos, o casamento como uma forma de prostituição legal) e ao mesmo tempo critica o facto de já não ser fácil matar antes do nascimento essas mesmas crianças. Sim, porque ainda é entre casos de mães carenciadas que se dão a maioria de casos de entrega à adopção ou de aborto. 
Estamos em 2016 e ainda há a necessidade de abortar por falta de condições sociais, ainda há preconceitos contra a maternidade, a maternidade ainda é um empecilho na vida profissional e pessoal de uma mulher. Mas claro, a morte e a destruição serão a eterna solução dos revolucionários sonhadores.
Cavaco acabou num tom de valentia e brio um mandato que não cantou da mesma maneira todo o tempo. Para a nota de rodapé da história fica uma última resistência a um sintoma de degeneração social, a cultura da morte e da esterilidade.

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"(...) as leis não têm força contra os hábitos da nação; (...) só dos anos pode esperar-se o verdadeiro remédio, não se perdendo um instante em vigiar pela educação pública; porque, para mudar os costumes e os hábitos de uma nação, é necessário formar em certo modo uma nova geração, e inspirar-lhe novos princípios." - José Acúrsio das Neves