quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Artigos

“La Révolution Conservatrice n’est pas du tout un mouvement unitaire” 

Les représentants de la Révolution Conservatrice allemande n’ont que rarement utilisé ce terme pour se désigner eux-mêmes. L’expression ne s’est imposée qu’à partir des années 1950, à l’initiative de l’essayiste Armin Mohler, qui a consacré à cette mouvance un énorme « manuel » (La Révolution Conservatrice en Allemagne, 1918-1932) traduit en France en 1993. Elle désigne couramment ceux des adversaires de la République de Weimar, hostiles au traité de Versailles, qui se réclamaient d’une idéologie « nationaliste » distincte de celle du national-socialisme. Mohler les regroupe en trois familles principales : les jeunes-conservateurs (Moeller van den Bruck, Othmar Spann, Oswald Spengler, Carl Schmitt, Wilhelm Stapel, etc.), les nationaux-révolutionnaires (Ernst Jünger [photo], Franz Schauwecker, Ernst Niekisch, etc.) et les Völkische, qui sont des populistes à tendance souvent biologisante ou mystique. La Révolution Conservatrice n’est donc pas du tout un mouvement unitaire, même s’il existe entre ses représentants certains points communs. C’est plus exactement une mouvance, qui ne comprend pas moins de trois ou quatre cents auteurs, dont seule une minorité ont été traduits en français. Cette mouvance n’a pas à proprement parler d’équivalent dans les autres pays européens, mais pour ce qui concerne la France, on pourrait à bien des égards la rapprocher de ceux que l’on a appelés les « non-conformiste des années trente ».

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Sobre o regicídio

Lembrar o regicídio é mais do que um exercício de crença monárquica, é um acto patriótico. A morte de Dom Carlos I e do Príncipe Real não se deve à dicotomia Monarquia vs. República. 
Deve-se à actividade de um Chefe de Estado (D. Carlos) que procurou reabilitar uma instituição do Estado (a Monarquia em si, a instituição real) e o Estado ao mesmo tempo - contra os interesses da partidocracia "dos caciques", grande parte destes constituídos pelas "famílias-bem" que não só desertaram a Monarquia em todas as situações, durante o século passado, em que esta dependeu delas, como também conspirou activamente para a sua destruição. A Carbonária não passou da arma empunhada por grupos de interesse enfestados de gente republicana e monárquica.
Republicanos ou monárquicos, a data de hoje serve para nos lembrar o que espera a todos os que procuram contrariar o destino de um país que está a saque há mais de 200 anos por um bando a quem as questões de regime, governo e bem comum não interessam.

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"(...) as leis não têm força contra os hábitos da nação; (...) só dos anos pode esperar-se o verdadeiro remédio, não se perdendo um instante em vigiar pela educação pública; porque, para mudar os costumes e os hábitos de uma nação, é necessário formar em certo modo uma nova geração, e inspirar-lhe novos princípios." - José Acúrsio das Neves