É ilusório pensar que, tendo pela frente uma razão débil, a fé goze de maior incidência; pelo contrário, cai no grave perigo de ser reduzida a um mito ou superstição. Da mesma maneira, uma razão que não tenha pela frente uma fé adulta não é estimulada a fixar o olhar sobre a novidade e a radicalidade do ser. À luz disto, creio justificado o meu apelo veemente e incisivo para que a fé e a filosofia recuperem aquela unidade profunda que as tornem capazes de serem coerentes com a sua natureza, no respeito da recíproca autonomia. Ao desassombro da fé deve corresponder a audácia da razão.
Sumo Pontífice João Paulo II
Encíclica Fides et Ratio
O melhor de Portugal são as vilas
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Ainda bem para qualquer delas, que persistem em não ser cidades. Assim
valorizam-se muito mais, evitando banalizar-se com a mania das grandezas.
Aqui fic...
Há 5 horas
