Palavras a mais Livros a mais Leitura a menos _____________________ Quero ouvir mais pássaros Ainda mais gotas de chuva ainda mais hebraico, japonês ainda mais galaico-português. Ainda mais rádio Ainda menos televisão. _____________________ Liberdade a menos Libertinagem a mais Respeito a menos Despeito a mais _____________________ Fado a mais - Não havia estrelas no céu, nem gaivotas a voar, nem peixes a nadar, na Lua por companhia - O rio, esse rebelde grande demais, tinha-se tornado numa suave cadência perfeita... _____________________ Quero menos, muito menos, grupos de trabalho num comité, inserido no instituto, sob a alçada duma secretaria, com um programa para um projecto, para fazer um relatório de modo a avaliar uma proposta. _____________________ O Homem que perdeu tudo sem nunca ter vivido. Tudo perdia,
tudo era nada
e nada fazia.
Tudo valia.
Castelos de areia, flores numa floresta, equívocos e mal-entendidos.
18 de Julho / Recital Final de Composição / Café-Concerto ESMAE
Segundo o início do Programa:
"Morphing ... onde tudo se transforma. Podemos modificar gradualmente as imagens que a nossa memória cria, mas mantemos a essência do objecto. Neste concerto procuramos moldar o som, criando uma textura orgânica que se vai desintegrando de forma pontilhada. Perdemos os acontecimentos, respiramos os sons, vivemos as imagens...e a nossa mente?
...desaparece..."
Frames#87: clarinete, electrónica em tempo real e vídeo (compositor: Igor Silva)
Ondas de memória: ensemble (comp. Diogo Carvalho)
Monólogo V: guitarra portuguesa (I. S.)
TwelveGardens nº1, 2 e 3: piano e vídeo (D. C.)
As palavras não mudam: flauta e electrónica (I. S.)
Contrastes: violoncelo e piano (D. C.)
Slowmotion: electrónica e vídeo (D. C.)
Clepsydra: grande ensemble e electrónica (I. S.)
Excelente grafismo para capa das notas de programa. Fantasia científica é o que me ocorre.
Excelentes textos elucidativos das obras.
1ª peça - Tinha momentos em que parecia um elefante a soar do clarinete de Frederic Cardoso, porque a peça era mesmo assim escrita. Aquilo era um "calhau" para o intérprete. O vídeo era, por vezes, abusivo.
2ª - Percebi ainda melhor, com outro olhar, a totalidade da obra, a imagem de fundo (uma gare de metro e seus carris) também ajudou. Mas a minha opinião já tinha sido muito boa (ver crítica aqui). Senti mesmo pena por alguém, indo de encontro ao "objectivo - haver uma sensação de desconforto e a ansiedade" (Nota de Programa).
3ª - Brutal, Som fantástico, ritmos alucinantes para a tradição auditiva do repertório daquele instrumento.
4ª - Não senti nada.
5ª - Acho que podia ser mais curta, já que os seus motivos eram interessantes, principalmente com a qualidade tímbrica da flauta, mas que a dada altura, paravam no tempo.
6ª - Esta é que não percebi mesmo nada. Vá lá, senti estranheza.
7ª - Gostei das imagens das flores em diversos ângulos, embora gostasse delas em cores vivas, mas isso talvez fosse contra a estética e gosto da ideia intrínseca à peça. Por acaso, até achei a peça andante e não lenta.
8ª Adorei. Gostei ainda mais do que da primeira vez .
Notas: Há pessoas que pensam que estão a aplaudir em Budapest. Uma salva de palmas de cada vez. E alguém se importa de desligar as câmarasfrigoríficas? Lá pró raio do barulho. Acho que alguém se esqueceu de como se abriam as cortinas ;) Foi engraçado.
16 de julho ; Sequeira Costa - Piano Primeira Parte : Frédéric Chopin - Fantasia Opus 49 Balada nº4 Opus 52 Berceuse Opus 57 Barcarola Opus 60 Tarantela Opus 43 Segunda Parte: Claude Debussy - Suite Bergamarsque Maurice Ravel - Jeux d'eau Franz Liszt - Au bord d'une source Lenda de São Francisco de Assis caminhando sobre as ondas
Extras: Brahms - Intermezzo F. Chopin - Valsa Opus 64 nº2 Chopin - outra Valsa (de que já não me lembro o Opus)
Pouco há a dizer, poucas são as palavras para caracterizar tal recital, tais interpretações. Quando tal acontece, de forma absorta e de profundo respeito pela elevada mestria, o crítico deve remeter-se ao silêncio. O crítico, neste caso, já tinha ouvido o programa exactamente igual, com os mesmos extras, só podendo tomar o plano da comparação, dizer que que foi diferente. Desta vez tivemos um pianista mais cansado, com mais perdas de notas, mas com mais sorrisos e aclamações de pé. Foi um concerto mais real, o anterior mais elegíaco. Ambos geniais. Casa cheia. Alma cheia.
"War must be, while we defend our lives against a destroyer who would devour all; but I do not love the bright sword for its sharpness, nor the arrow for its swiftness, nor the warrior for his glory. I love only that which they defend." Faramir, son of Denethor.
9 de Julho, David Geringas - violoncelo / Pedro Burmester - Piano Primeira Parte: Johann Sebastian Bach - Suite nº3, BWV 1009 (violoncelo solo) Gustav Mahler - Canções das crianças mortas (transcrição para violoncelo e piano de Viktor Derevianko) Segunda Parte: Franz Schubert - Sonata "Arpeggione", D 821 Robert Schumann - 3 Peças de Fantasia, Opus 73
Extras: Piotr Tchaikovsky - Nocturno Peça de outro compositor russo Rimsky-Korsakov - Voo do Moscardo ("The Flight of the Bumble Bee") - versão piano e cello Frédéric Chopin - Andamento lento da sonata para piano e cello, Opus 65
Entrada fulgurante do violoncelista, a solo, com muita energia e direcção, revelando os momentos de maior tensão harmónica sem pedantismo. Revelando grande facilidade técnica e gosto/prazer em arriscar no palco, foi uma interpretação muito interessante, diferente mas com estrutura, evidenciada na forma modelar em como se desenrolavam as danças no tempo com seus andamentos próprios e algo voláteis. Depois, foi a entrada da Morte, uma peça que me fez revirar as vísceras de tão pesada de carácter, expectante procura de chão. A ouvir de novo, completamente só. Segunda Parte: Clara demonstração de como um pianista é bom. Tendo este confirmado nos bastidores, não houve um único ensaio igual, o violoncelista fazia tudo diferente, articulações, andamentos, dinâmicas; ele moldava tudo segundo a "sua" inspiração/atmosfera. E o pianista a demonstrar uma enorme segurança, clarividência no encaminhar das frases e uma técnica irrepreensível. Eram sublimes os seus pianíssimos, o seu contraste para com a fogosidade do violoncelista. Como extras, momentos para brilharem, para "darem ares" de delicodoce - neste caso, com bom gosto - e uma atitude super descontraída por parte do pianista nos agradecimentos. O virador de páginas - igual ao concerto anterior - tanto virava em cima da hora como a seguir ficava "horas" de pé à espera. Vestido de forma igualzinha, calças de ganga e sapatilhas, com camisa preta. Casa quase cheia como um Bloco, com mais pessoas à Esquerda.
Primeira Parte: Sonata n.8 Opus 30 nº3 -------------- Sonata nº5 Opus 24
Segunda Parte: Sonata nº7 Opus 30 nº2
Extra: segundo andamento de outra sonata de Beethoven (o duo gravou há pouco a integral)
As minhas impressões foram de positiva surpresa. Surpresa, por exemplo, na perspectiva de evidenciar os motivos rítmicos, pelo pianista, de forma "amaneirada", como que mostrando tiques que teriam sido próprios da época (com toda a subjectividade daí adjacente, quer na análise auditiva, quer na análisea priorido contexto). Dava muito carácter às frases com diferentes ataques para diferentes acentuações e staccatos curtíssimos, mas que cortavam em excesso a noção de frase.
Outro exemplo será o excessivo vibrato do violinista, bom para finais de frase mas a despropósito nos seus inícios. Isto dava demasiado ênfase a cada nota, sendo que revelava ao mesmo tempo conforto técnico e de afinação.
Conforto era o que demonstrava também nos seus movimentos, mas todos com sentido e conexão com o significado da música, enquanto que o outro era pindérico, ao ajeitar as páginas, o mexer delicadamente e "em câmara lenta" o cabelo com gel, só gel, o olhar derretido para o parceiro. É isto que se costuma chamar de "intérprete expressivo" sem se saber o real valor desse epíteto.
Aborrecimento, onde?
2ª parte começa por ser o início do aborrecimento, porque aquilo que antes se tinha revelado frescura pela sua novidade, resvalou para o chato, para o "piroso" como alguém já o disse. Passa-se a notar a falta de uma estrutura mais abrangente, completa e perceber para onde ia música, mesmo que, de tão anestesiados que estávamos, já não pedíamos isso a 100%. O extra não ajudou à festa, com aquele "delicodoce". O público adorou, principalmente os (e as) violinistas.
Virador de páginas com pouca noção da roupa para levar e mais não digo.
Programa de concerto normal, ou seja, a dizer o mesmo, aquilo que vamos ouvir mas não o que podemos perceber das obras e ouvir algo como novo, coisa aliás tremendamente difícil num tempo de grande plêiade de gravações, maior conhecimento do público e a tradição de partir desse pressuposto para não dizer nada, pois dizer que uma música é "muito expressiva" não quer dizer quase nada. O público já parece estar acostumado a não se conseguir surpreender com as novidades tonais, rítmicas, per si.
Faleceu no dia 17 de Julho o antigo ditador uruguaio JM Bordaberry. Em louvor de sua memória só posso aconselhar as palavras de Marcos Pinho de Escobar, no Jovens do Restelo.
Entre bombas e tiros não tardou em comprovar a incompatibilidade entre o exercício da liberdade "liberal" e a manutenção da ordem e da paz no interior da sociedade. É que para impor a ordem e assegurar a paz era necessário restaurar a autoridade... Apoiado nas Forças Armadas Bordaberry atacou em cheio os três mitos do sistema: a soberania do povo, o sufrágio universal e a partidocracia. Fechou o Parlamento e enviou os profissionais do palratório descansar à casa, suspendeu os partidos políticos, introduziu princípios orgânicos e corporativos, garantiu - à moda de García Moreno - a liberdade para o bem e para os praticantes do bem, e combateu o resto. Restaurou a autoridade, e com ela a ordem e a paz, condições indispensáveis para uma sociedade empreender o caminho do autêntico bem comum. Purgando-se do liberalismo da juventude Juan María Bordaberry percorreu um caminho longo mas firme que o levou à Tradição Católica e Monárquica - esta na sua vertente Carlista. Suas três Verdades foram: Deus - Pátria - Rei. "Deus, porque não podem existir instituições que não se fundamentem no direito natural, o que supõe rechaçar as soberbas construções do homem que a contradigam; Pátria, porque a sociedade dos homens tem que professar um amor profundo e permanente ao lar, de onde extrai a força para resistir aos embates do mal; e Rei, porque quem é que pode imaginar uma autoridade que não tenha de prestar contas a Deus?". Em 1976 a alta cúpula militar recusa a institucionalização da nova ordem política projectada por Bordaberry, demitindo-o da presidência e tomando para si o comando do Estado. E o que se viu, mais do que o regresso aos erros e vícios do passado, foi a conquista do Estado pelo marxismo. Meus pensamentos e minhas orações estão hoje, muito especialmente, com este católico exemplar, homem íntegro, que deu tudo de si para reconduzir a sociedade cisplatina no caminho do bem. A Bordaberry bem se ajustam as palavras paulinas: "Combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Vencido no mesquinho mundo dos homens, não tenho dúvida de que já recebeu a recompensa infinita na Paz de Deus.
A todos os blogueiros portugueses que desejem partilhar, sem peias e sem nacionalismos toscos, as suas opiniões com os povos dos reinos vizinhos, basta aceder à Red Tradicionalista, e pedir a ligação.
Os Alunos do Liberalismo insurgem-se contra aquilo que lhes parece ser um atentado à sua forma pragmática de vida. Quando a Universidade Católica visa estabelecer um comprometimento entre estudantes e professores para a criação de hábitos de indumentária que dignifiquem a dita instituição, insurgem-se os novos Marqueses de Sade. É ver-nos libertados dos nossos preconceitos:
É óbvio que, para o jacobinismo liberal/conservador/democrata-"cristão", a única função de uma UCP é providenciar educação a meninos que queiram andar vestidos de chinelos nas aulas. Que nos interessa a eles, direcção de uma Universidade Católica, que um jurista seja bom pai, bom cidadão, se souber na ponta da língua o Código Civil? Ou que um ex-aluno viva conforme padrões de dignidade, desde que ganhe montes de dinheiro? Toda a gente sabe, ensinaram-nos os Alunos do Indiferentismo, que "dignidade" é um conceito abstracto, enquanto que o dinheiro, especialmente para realização pessoal, é um bem concreto - e que mais há na vida além daquilo que reluz, pergunta o leitor liberal? Ainda bem que, perante a ignorância dos educadores e dos pedagogos experientes da UCP, temos o apoio intelectual dos alunos, ajudando-nos a viver a construção de uma sociedade mais livre.
E, claro, a revolucionar conceitos, largando as grilhetas da etimologia ou até do mero senso comum.
Queriam, com toda a certeza, os alunos do Idiotismo, que a direcção especifica-se, exaustivamente, a profunda ontologia de conceitos como "vestir bem", para que os nossos proponentes do livre-mercado e do amor-livre se sentissem menos confusos e menos afectados por tirânicas incógnitas. Deverá também, no mesmo documento onde explicita o que é "vestir bem", a instituição católica se dignificar a definir outros conceitos nebulosos, como a "dignidade", a "comunidade académica" e por último, para que as mulas do senhor Hobbes não se sintam oprimidas, que finalmente expliquem a estes estudantes da Católica o que quer dizer, em pouco mais de 600 páginas, "instituição da Igreja".
O que é bom em discutir com liberais é a oportunidade que temos, de vez em quando, em lhes pregar um tronco destes na testa. Dois dias depois, no entanto, acaba por cair outra vez.
Os alunos do Liberalismo, arvorados em defensores da Liberdade, mais não fazem que defender a substituição de uma Ética por outra. A que combatem, a que nasce dos ensinamentos de Cristo, é o novo crime a perseguir, a nova forma de vida a destruir. Tudo no nome de uma Liberdade que está, obviamente, intrínseca e unicamente ligada à forma de vida e linha de pensamento que possuem. Tudo o que se situa além disso é um repugnante manifesto de um passado vergonhoso.
Manifesta-se também o presente paladino da Liberdade contra a perspectiva de uma censura, aparentemente existente no inofensivo ponto três do comunicado da UCP.
Contra esta censura apela-se, obviamente, à censura da dita prática promulgada pela instituição responsável pelo ensino naquele estabelecimento. Mas não lhe chamemos censura; para tal, teríamos de ensinar aos Alunos do Liberalismo o significado de Censura, e esses eles já sabem - é tudo o que lhes proíba de fazer o que quiserem. E morram os dicionários.
Já para não falar na imensa justiça com que se comparou a directiva da UCP com uma instituição histórica que exercia funções judiciárias. Estes meninos bebem.
Um dia destes teremos a liberalidade portuguesa a cortejar o seu esplendor na Sluts Walk Lisboa. Ou será que o CDS/PP ainda não gosta dessas coisas?
Aqui faço um convite a assistir ao Concerto de Piano solo que se irá realizar dia 7 de Julho, quinta-feira, pelas 21:30h, no Ateneu Comercial do Porto.
Tocarei por esta ordem :
Frédéric Chopin: Balada Nº1 em sol menor, Opus 23
Joaquim Gonçalves dos Santos: Prologus, 6 Impressões musicais do Evangelho de São João
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Intervalo com Porto d'Honra a ser servido aos ouvintes
_______________//________________
Robert Schumann: Fantasia "Kreisleriana" Op. 16 - Äußerst bewegt; - Sehr innig und nicht so rasch; - Sehr aufgeregt; - Sehr langsam; - Sehr lebhaft; - Sehr langsam; - Sehr rasch; - Schnell und spielend.
Filipe Cerqueira - Aluno de 1º Ano de Mestrado em Interpretação Artística, na classe do Professor Pedro Burmester
Tese de Mestrado versada sobre a obra para piano solo do Padre e Compositor cabeceirense Joaquim Gonçalves dos Santos
Faleceu recentemente aquele que, entre valiosos estudos e contribuições intelectuais, era admirado por ter sido o único deputado europeu que nunca precisou de intérprete, pois conhecia todas as línguas faladas no Parlamento Europeu da sua altura. Tal era a sua preparação para o cargo que nunca veio a assumir, o de Kaiser da Áustria-Hungria.
Seiner Kaiserliche und Königliche Hoheit Erzherzog Franz Joseph Otto Robert Maria Anton Karl Max Heinrich Sixtus Xavier Felix Renatus Ludwig Gaetan Pius Ignatius, requiescat in pace.
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