"Il n'existe que trois êtres respectables: le prêtre, le guerrier, le poète. Savoir, tuer et créer" - Baudelaire
terça-feira, 15 de março de 2011
Monarquia Constitucional = Tirania Democrática
domingo, 13 de março de 2011
Recordações de Barcelona
Reunião de prazeres tão distintos como a praia e o campo, o porto e a fortaleza, a devoção religiosa mais intensa e a luxúria nocturna mais inebriante.
A defesa de uma identidade da forma mais activa política, económica e socialmente, bem vincada em exemplos tão próximos como no futebol, na gastronomia ou na língua.
Lembro-me perfeitamente do caso de um dono de uma loja pôr um anúncio a pedir um funcionário e este texto estar escrito só em castelhano. Pois dias depois já lá estava alguém por parte do Estado municipal com uma denúncia de que a lei/regra de se escreverem esses textos dessa índole, pelo menos, em catalão!!
Mesmo que tendo sido em trabalho, houve muitas oportunidades para me deliciar com a variedade arquitectónica, de me "perder" nas suas transversais, onde se encontram as mais deliciosas surpresas, como uma loja de flores que ocupava um quarteirão inteiro!, ou uma loja de partituras que praticava uns bons preços, só ultrapassáveis pelos que encontrei em Budapest.
E livrarias, muitas livrarias; e não me refiro a redes de lojas generalistas como a FNAC (que as têm), mas sim especializadas, como só em literatura catalã, ou só estrangeira ou só Banda Desenhada, ou só de literatura sobre as mais diversas expressões artísticas. Já para não referir a diversidade de lojas de discos, onde se encontravam raridades da pop, rock e música erudita, etc. Até tive a sorte de "cair" numa praça onde havia uma feira de antiguidades, com, veja só, venda de títulos de acções de mais de 70 anos, moedas muito antigas, enfim, uma autêntica "volta ao passado".
A própria organização dos espaços de leitura, as cores, a mobília, tudo o que estivesse relacionado com uma loja de livros era, maioritariamente, arte de bom gosto.
O mundo onde era fácil parar no tempo, tal como nas ruas circundantes a Cedofeita ou Clérigos ou Miguel Bombarda, para dar termos de comparação com o Porto.
Mostro eu estes exemplos porque, tendo eu ido por ocasião de um curso de aperfeiçoamento pianístico/musical, a minha atenção era despertada para estes interesses, mas houve, claro, lugar para outra paixão: o futebol.
Ver jogos do Barça é também ver arte, alegria, emoção em estado puro.Mas ver num café de um dos clubes satélites do Barça é outra coisa. Ainda para mais quando o clube catalão ganha e o Real Madrid empata logo a seguir. Até portugueses por lá encontrei e fizemos "la fiesta" até às tantas pelas Ramblas.
Agora outro registo: um concerto de piano numa sala lindíssima com boa acústica. Agora imaginem, de seguida, um serão de piano mas com castanholas e dançarinas trajadas a rigor. Olé!Se há cidades parecidas com o Porto, onde me sinto em casa, Barcelona é uma delas, sem dúvida. Onde estar num grande jardim, na praia ou museu, a ler ou a ouvir música, nas ruas a mirar as varandas ou a apanhar sol numa esplanada é uma promessa cumprida.
Reacções à manifestação da Geração sem rumo
Reacções à Manifestação da Geração à Rasca
Ver a horrenda manifestação de hoje acaba com as ilusões que qualquer liberal gosta de ter sobre o país em que vive e sobre as novas gerações da gente que o povoa: estes meninos estão obviamente dominados pela visão de um mundo em que os bens não são escassos e em que todas as amenidades da vida são passíveis de distribuição, assim queira o Estado tirar dinheiro a alguns para lhes dar a eles. Os pais e os professores pintaram-lhes certamente um mundo de ilimitados direitos, e os meninos - coitados - acreditaram não só na justiça da redistribuição sistemática, mas - o que é mais estranho - na sua praticabilidade. Agora é tarde para abandonarem a fantasia por seu próprio pé e viver no mundo real. Infelizmente a realidade não é sensível às expectativas dos meninos e meninas e está prestes a bater-lhes à porta.A mentalidade socialista está, pois, tão entranhada nas cabeças das pessoas da minha geração como estava nas da geração passada. Se isto não prenuncia nada de bom, pelo menos dá-nos uma ideia do que esperar no futuro próximo.
sábado, 12 de março de 2011
Crítica de concerto (IX)
às 20h (Pois, está quieto, primeiro que os cameraman estivessem "listos" foi uma eternidade)
Auditori Conservatori de Liceu, Barcelona, Espanha.
Concerto em Homenagem a Franz Liszt.
Pianista: Luiz de Moura Castro. Não precisa de grandes apresentações. Basta ver o seu curriculum, ou melhor, perguntar a qualquer pianista que o irá dar as melhores referências dele, pianística (maioritária) e pedagogicamente.
Deu o seu comentário sobre cada peça que ia tocar, numa mistura muito divertida de castelhano com sotaque de português do brazil.
Muito bem humorado e andando muito devagar, demonstrou logo que não vinha fazer nenhum frete. " Não me sinto bem se não vos disser que me apetece mudar de programa. Quem me conhece já sabe que é sempre assim. Gosto de mudar, sempre que o meu espírito me puxa pra outro repertório".
Assim foi.
Começando com Bachianas Brasileiras, número 4, de Heitor Villa-Lobos.
Fiquei sem palavras.
Wienen, Klagen, Variações sobre um tema de Bach - Franz Liszt
Comecei a chorar de alegria.
No fim, ele se levantou, mais forte que nunca, retirou seus óculos e seus olhos lacrimejavam, como se de uma criança se se tratassem.
Tinha acontecido uma dádiva na forma da Grande Música.
E a inspiração celeste continuou.
3 Sonetos de Petrarca - Franz Liszt
Por fim seria São Francisco caminhando sobre as águas - Franz Liszt, mas foram, em vez, as Cenas de Infância, de Robert Schumann.
Tão apropriadas, minha mente se levantou e recordou meus ensinamentos de petiz, minhas amadas leituras de menino feliz, minha doçura inocente...
(...)
Depois do concerto houve um "drink", no qual, entre outras coisas, se festejaram os 70 anos deste Enorme Pianista.
E mais não digo...
P. S. Teve extra? (perguntará o leitor)
Não. Não havia necessidade.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Crítica de concerto (VIII)
Começou pontualmente às 21:30h com "Dunkler Lichtglanz", de Robert Schumann, com os seguintes cantores:
Sara Cruz, Soprano
Tanto nas cadências e partes de estabilidade tonal como nas progressões harmónicas, muitas em cromatismo, síntese da intensidade íntima muito presente na obra deste compositor, havia, como dizia, a necessidade de cada um revelar a sua parte o máximo possível. O resultado, por exemplo, era a submersão da Contralto por parte da Soprano, que tem um boa voz mas que exagerava nos crescendos, chegando aos agudos já em nítida desafinação com os restantes, talvez por já estar cansada de tanto cantar naquele dia.
sexta-feira, 4 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Second Creation
“After having lovingly soothed those great wraths and after having calmed those furious tempests with her gaze alone, the Church raised a monument from a ruin, an institution from a custom, a principle from an event, a law from an experience; to say it in a word, order from chaos, harmony from confusion. Undoubtedly, all the instruments used for Her creation, like chaos itself, were taken from that chaos; Hers was only the enlivening and creating force. In that chaos there was, in embryonic form, everything that would be born and live, the Church, bereft of everything, possessed the being and the life, everything came into being and everything came alive when the world lent an attentive ear to her loving words and fixed its gaze on her resplendent beauty.
“No, men had not seen anything like it because they had not seen the first creation, neither will they see it again for there will not be three creations. One might say that God, regretting that He had not made man a witness of the first, allowed His Church a second creation just so man could behold it. ” — Donoso Cortes
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
by Jennifer Fulwiler
What I see now is a universe that gives us an ever-present reminder of who and what God really is. The vastness of the universe is unfathomable; to try to contemplate every detail of every object in existence is an exercise in futility. The human mind has nowhere near that kind of capability, and that understanding should inspire us to humility about our own intellectual powers. And so it is when we contemplate God.
It’s a perfect plan, really: the smarter we get, the more we can know about the universe around us. Yet the more we study and measure and chart the heavens, the more we realize how incredibly tiny we are, how very much there is that we will never, ever know. We get a glimpse of the reality that the sum total of human learning cannot ever scratch the surface of what there is to know. We see that we are surrounded by an unfathomably wonderful creation; which points to an unfathomably wonderful Creator.
“As the heavens are higher than the earth, so are my ways higher than your ways, and my thoughts than your thoughts” (Isaiah 55:9).
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Toda a acção do governo, é uma acção de violência, de imposição, de força. Governar é coordenar: coordena-se a bem quem obedece, coordena-se à força quem desobedece. Quem governa manda. E quem manda faz-se obedecer, primeiro, pela persuasão, depois, quando esta é impotente, pela força. Ou o poder reside num homem, ou num grupo de homens, ou numa multidão — a sua base essencial é essa, e não pode ser outra. Uma sociedade não é tanto mais perfeita e civilizada quanto mais cada indivíduo comparticipa do Poder, mas sim quanto mais conscientemente cada indivíduo obedece. A consciência do Dever, a consciência da Obediência, são estádio superiores de Civilização. Não é oportuno que desenvolva até às últimas consequências este conceito, porque não quero afastar-me do meu fim. Mesmo o que fica dito chega para o que tenho em mira.
Portanto, o regime normal é a violência? Quem a detém? Quem a exerce? Um homem? Uma assembleia? Um génio? O Número? Pouco importa, para o caso de saber o que é o governo.
Mas analisadas as consequências de exercer essa violência um homem ou uma Assembleia — nós podemos concluir pelas vantagens ou desvantagens da ditadura individual, pelas vantagens ou desvantagens da ditadura individual, pelas vantagens ou desvantagens da ditadura parlamentar.A Ditadura individual é pessoal, responsável, contínua, finalista. Sei quem a exerce; sei quem devo julgar pelo bom ou mau resultado da sua acção; sei que não lhe encontro hesitações contraditórias, soluções de continuidade; sei o fim a que ela visa, o destino que a conduz. A ditadura parlamentar é impessoal, irresponsável, contraditória, cega. Quem a exerce é o Número, mas este não tem nome. A responsabilidade de uma assembleia é a irresponsabilidade dos indivíduos, por isso as obras das ditaduras parlamentares não admitem sanção. As opiniões da multidão, são flutuantes, quase instintivas, momentâneas, — donde a ondulação dos seus actos. Formada de elementos heterogéneos, uma assembleia não pode ter um fim uno. A acção do governo quer-se centralizada, e o órgão que a exercer quer-se simplificado.
Augusto Comte observava, com aquela superioridade que caracteriza todas as suas observações, que nunca os inferiores podiam escolher os superiores. Não se compreende que os governados, sem competência para as funções de governo, escolham os governantes. A admissão dessa escolha leva, em última análise, ao princípio incongruente de que são os governantes sem competência para as funções de governo quem governa. Se o princípio parlamentarista assenta na soberania da maioria, e como a incompetência é a maioria, acontece que é a incompetência quem triunfa, quem decide, quem governa. A representação das minorias nada resolve, pois, ao contrário do que muita gente afirma, entendo que da discussão, geralmente, sai mais treva do que luz. As discussões parlamentares são justas de palavrosos — e com palavrosos os povos caminham a estrada que o nosso tem caminhado. No entretanto, a verdade é a mistificação parlamentar entrou tanto no quadro dos vícios, irreprimíveis, que, à semelhança do que acontece com o jogo, será bom regulamentá-la. A regulamentação do parlamentarismo consistirá, assim, em conceder a capacidade eleitoral apenas aos que, presumivelmente, podem e sabem dispor do seu voto, e em restringir as funções parlamentares ao mínimo. A primeira medida contribuirá para a repressão da anarquia da Opinião Pública; a segunda, para a limitação da anarquia das esferas governativas.
Poucos têm insistido tanto, entre nós, em criticar a Democracia, por ela se basear no Número, como eu.
Sempre que posso, isto é, sempre que tenho pretexto para tal, chamo a atenção dos espíritos reflectidos para a absoluta sem razão que existe numa Doutrina que faz depender a verdade da opinião da maioria.
E digo que a verdade é independente do número dos que a professam, podendo estar na minoria, estando, mesmo, por via da regra, fora da maioria. É que não podendo ela ser, e não devendo ser resultante da inteligência média que aliás é uma quimera, mas sim das inteligências superiores, e não sendo estas nunca, em grande número, nos meios sociais, evidentemente que ou ela sai do reduzido grupo das inteligências superiores, e não é, portanto, obra da maioria, ou sai desta, por maioria ser, e representa a cooperação das inteligências inferiores.
Nas Democracias, porque o Número é a ultima ratio, acontece que a direcção da sua vida e a solução dos seus problemas cabem ao Anonimato, à irresponsabilidade, porque o Número, por definição, é anónimo, e, portanto, irresponsável.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Portugalidade
Porque doutrinador de Portugalidade — monárquico, porque foi a Monarquia que fez Portugal, mas a Monarquia pura, a Monarquia tradicional, a que vem de 1128, se afirma em Ourique, se consolida em Aljubarrota, rasga o caminho marítimo da Índia, cria o Império, sucumbe, devagar, em Alcácer, e ressuscita em 1640, para cair, apunhalada pelas costas, em 1834, em Évora-Monte.
Porque doutrinador de Portugalidade — monárquico, mas da Monarquia que fez a Nação, e não da que começou a desfazê-la; da Monarquia em que o Rei é a síntese viva do Povo, da Monarquia que ama o Povo, que se confunde com o próprio Povo — mas o Povo verdadeiro, e não o Povo dos Partidos, o Povo pulverizado em indivíduos que são números; a Monarquia que é o próprio Povo, o Povo trabalhador, — camponês, soldado, marinheiro, artífice, doutor, padre, letrado, sábio, artista, funcionário, e não o Povo vadio e tunante das conjuras, das alfurjas, dos apetites das facções, dos grupos e dos clubes políticos, dos demagogos e arruaceiros.
Porque doutrinador da Portugalidade — inimigo da Democracia que, entrando as nossas fronteiras nas mochilas das hordas napoleónicas representativas da Revolução Francesa, nos veio dementar, e se instalou no Poder em 1820, e tomou conta definitivamente do Estado, sob a máscara de Monarquia, em 1834, com o Senhor D. Pedro, Imperador do Brasil, e sem máscara, em 5 de Outubro de 1910, por obra e graça da Carbonária de Lisboa.
Porque doutrinador de Portugalidade — inimigo do Liberalismo político que matou as liberdades profissionais ou corporativas, e as regalias municipais — preanunciando o Standardismo comunista.
Porque doutrinador de Portugalidade — adversário do Parlamentarismo que é a falsificação do Supremo Interesse Nacional.
Porque doutrinador de Portugalidade — amigo do Povo, cheio de carinhos para as suas desditas, cheio de entusiasmo fervoroso para as suas glórias, ríspido, às vezes, para os seus desmandos, mas sempre zeloso das suas virtudes, e, consequentemente, inimigo declarado e implacável dos exploradores das suas paixões e dos seus instintos, dos que, sistematicamente, fazem dele degrau para as suas ambições mais depravadas, e para a satisfação dos seus interesses mais inconfessáveis.
Porque doutrinador de Portugalidade — defensor do Povo contra os Mitos que o fascinam e pervertem, contra as nuvens que o embriagam e corrompem, contra as Miragens que o seduzem e estrangulam.
Porque doutrinador de Portugalidade — nacionalista integral, pondo acima de tudo, e de todas as considerações, o Interesse legítimo, o Prestígio honesto, a grandeza eterna, e a honra Imaculada da Pátria — e por isso mesmo católico e monárquico.
Crítica de concerto (VII) - parte II
A impotência perante o caminho galopante do tempo leva-nos a sentirmo-nos reduzidos a pequenas dimensões quando comparados com a imensidão temporal que passa por nós. Invariavelmente ansiosos, desejamos que o tempo pare somente por breves instantes, que por momentos tudo fique reduzido ao silêncio, onde a única fonte de som e vida sejamos nós.
Se o fizéssemos, seriamos extremamente poderosos.
Este é o texto que aparece quando abrimos a partitura da peça do Compositor (ou será ainda aspirante? Pelo menos, o mesmo referiu-se naquela hora como "plenamente realizado como compositor"). Dá logo vontade de ver o resto.
O texto "fala" por si.
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Acerca de mim
- Manuel Marques Pinto de Rezende
- "(...) as leis não têm força contra os hábitos da nação; (...) só dos anos pode esperar-se o verdadeiro remédio, não se perdendo um instante em vigiar pela educação pública; porque, para mudar os costumes e os hábitos de uma nação, é necessário formar em certo modo uma nova geração, e inspirar-lhe novos princípios." - José Acúrsio das Neves

