sábado, 8 de janeiro de 2011

Human Shields

um exemplo de bondade
Egypt’s majority Muslim population stuck to its word Thursday night. What had been a promise of solidarity to the weary Coptic community, was honoured, when thousands of Muslims showed up at Coptic Christmas eve mass services in churches around the country and at candle light vigils held outside.
From the well-known to the unknown, Muslims had offered their bodies as “human shields” for last night’s mass, making a pledge to collectively fight the threat of Islamic militants and towards an Egypt free from sectarian strife.

Long Life Working and You're Dead

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

...E ao presente também

Adorei ver a série da BBC - Sherlock, na RTP2, pena já ter sido o 2º episódio ( mais info aqui e aqui ).
Surpreenderam-me o ritmo da história, a movimentação das personagens, o sarcasmo de Holmes e o estado naïve e mulherengo de Watson.
Bem diferente, por exemplo, da bonomia, gentileza e pacatez do belga (e não franciú, como detestava ser chamado) Hercule Poirot (I just love this music) (a voz do actor é incrivelmente diferente da do personagem - brilhante).

À memória eu me confesso (II)...

Pois não é que, suddenly e num puro acto do mais elementar estado de sedentarismo (isto, depois de passar horas a descobrir harmonias, melodias e manias ao piano, às vezes acontece), me deparo com Michael Knight e o KITT - o Justiceiro, na RTP Memória.
As memórias revolveram-me a mente, levaram-me, transportaram-me para um tempo sem tempo, sem obrigações, numa pátria e numa parte dela com a cultura que mais impressionou uma criança aí criada- a francesa.
Ouvir o Kitt a falar em francês era delicioso (ainda será); quando a música - hipnotizante, repetitiva, corpórea começava, eu corria tanto que assustava a minha mãe e largava os livros e os pensamentos por momentos e passava um bom bocado.
O incrível é haver imensas coisas que depois passaram a usar este tipo de música, ela própria a variar de tom, e desenhos animados a usar algumas cenas (tal como fizeram com os Sopranos, The GodFather e outros).

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Da Adoração do Dinheiro

THE EVERLASTING MAN by G.K. CHESTERTON

Why do men entertain this queer idea that what is sordid must always overthrow what is magnanimous; that there is some dim connection between brains and brutality, or that it does not matter if a man is dull so long as he is also mean? Why do they vaguely think of all chivalry as sentiment and all sentiment as weakness? They do it because they are, like all men, primarily inspired by religion. For them, as for all men the first fact is their notion of the nature of things; their idea about what world they are living in. And it is their faith that the only ultimate thing is fear and therefore that the very heart of the world is evil. They believe that death is stronger than life, and therefore dead things must be stronger than living things; whether those dead things are gold and iron and machinery or rocks and rivers and forces of nature. It may sound fanciful to say that men we meet at tea table es or talk to at garden-parties are secretly worshippers of Baal or Moloch. But this sort of commercial mind has its own cosmic vision and it is the vision of Carthage. It has in it the brutal blunder that was the ruin of Carthage. The Punic power fell, because there is in this materialism a mad indifference to real thought. By disbelieving in the soul, it comes to disbelieving in the mind. Being too practical to be moral it denies what every practical soldier calls the moral of an army. It fancies that money will fight when men will no longer fight. So it was with the Punic merchant princes. Their religion was a religion of despair, even when their practical fortunes were hopeful. How could they understand that the Romans could hope even when their fortunes were hope less? Their religion was a religion of force and fear; how could they understand that men can still despise fear even when they submit to force? Their philosophy of the world had weariness in its very heart; above all they were weary of warfare; how should they understand those who still wage war even when they are weary of it? In a word, how should they understand the mind of Man, who had so long bowed down before mindless things, money and brute force and gods who had the hearts of beasts? They awoke suddenly to the news that the embers they had disdained too much even to tread out were again breaking everywhere into flames; that Hasdrubal was defeated that Hannibal was outnumbered, that Scipio had carried the war into Spain; that he had carried it into Africa. Before the very gates of the golden city Hannibal fought his last fight for it and lost; and Carthage fell as nothing has fallen since Satan. The name of the New City remains only as a name. There is no stone of it left upon the sand.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Natal

Aquele que se ofereceu para ser sacrificado em nosso lugar não é um cobrador de dívidas nem um acusador, mas um salvador. Ele nada pede, apenas oferece. E em troca aceita uma palavrinha, um sorriso, uma intenção inexpressa, qualquer coisa, pois não é irritadiço nem orgulhoso: é manso e humilde.

Se, sabendo disso, você ainda é vulnerável aos olhares acusadores e às palavras venenosas, se ainda sente ante os intrigantes e os maldosos um pouco de temor reverencial e tenta aplacá-los com mostras de submissão para que eles não o exponham à vergonha ou não o castiguem de algum outro modo, é porque ainda não compreendeu o sentido do Natal.

Esse sentido é simples e direto: os maus e intrigantes não têm mais nenhuma autoridade sobre você. Não baixe a cabeça perante eles, não consinta que suas fraquezas sejam exploradas pela malícia do mundo.

Jesus Cristo já pagou a sua dívida.

É por isso que comemoramos o Natal.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Morte na Arte eterna

Aqui fica a minha referência para uma figura das Artes Musicais:

http://www.publico.pt/Cultura/morreu-o-maestro-e-compositor-manuel-ivo-cruz_1472499

Proposta musical

Amanhã, dia 28 de Dezembro, no Forum de Ermesinde, pelas 21:30 horas, vai decorrer um concerto do Coro "Sol Maior", com participação do Coro Juvenil da AACE, de Ermesinde (mais recente grupo fundado pelo maestro Nuno Rocha - Músico com reconhecida experiência da direcção de coros e grupos instrumentais).
Excelente proposta para desfrutar de boa música, um serão musical para toda a família.
Já os ouvi cantar e aconselho-os vivamente.
Saia do sofá, afaste o frio e oiça boa música ao vivo.
Policarpo representa uma Igreja pusilânime e cortesã que, certamente, escapa ao múnus de Joseph Ratzinger. Não foi por acaso que, aquando da visita dos Bispos lusos ao Vaticano, foram forçados a ouvir muita coisa de que não gostaram. Designadamente que olhavam demasiado para si próprios. Ora D. José Policarpo é, nesta matéria, um epígono exímio. Sente-se confortável no regime e o regime sente-se confortável com ele. A Igreja é deste mundo mas representa outra coisa. Não conviria abusar.

Do Papel do Estado

Contra todas as claras lições da experiência, entendem muitos que há-de o Estado alargar as suas funções económicas, organizando ele próprio a produção e com esta a repartição da riqueza. Por este caminho se tem chamado à actividade do Estado a organização e distribuição do crédito, os meios de transporte, a construção, a exploração das riquezas do subsolo, os povoamentos florestais, vários ramos da produção agrícola e industrial, o comércio de certos géneros, quando não todo o comércio externo. Mas, exceptuados os momentos em que se hajam de salvar do melhor modo possível os maiores valores da economia nacional, arrastados pelo encandeamento dos desequilíbrios que as crises provocam, as funções do Estado devem ser muito mais limitadas e essencialmente diferentes.
Não há nesta socialização crescente nem interesse económico — maior produção de riqueza em melhores condições de custo — nem interesse social — mais justa distribuição de rendimentos, melhor atmosfera para valorização dos indivíduos — nem interesse políticomaior independência do Estado, mais asseguradas liberdades públicas, mais eficaz defesa dos interesses colectivos.
O Estado deve manter-se superior ao mundo da produção, igualmente longe da absorção monopolista e da intervenção pela concorrência. Quando pelos seus órgãos a sua acção tem decisiva influência económica, o Estado ameaça corromper-se. Há perigo para a independência do Poder, para a justiça, para a liberdade e igualdade dos cidadãos, para o interesse geral em que da vontade do Estado dependa a organização da produção e a repartição das riquezas, como o há em que ele se tenha constituído presa da plutocracia dum país. O Estado não deve ser o senhor da riqueza nacional nem colocar-se em condições de ser corrompido por ela. Para ser árbitro superior entre todos os interesses é preciso não estar manietado por alguns.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Comentário a um texto de Palmira F. SIlva

Inconsistências neste post (a negrito os argumentos expostos pela autora do texto aqui refutado):
"Foi o significado especial que o solstício de Inverno desde sempre assumiu que levou a igreja cristã a designá-lo como o aniversário do seu deus incarnado. Com esta medida não só aculturou festividades profundamente enraizadas como aculturou ciclos divinos já muito bem estabelecidos nas religiões que a antecederam na sua esfera de influência: o nascimento do deus no solstício de Inverno, a sua morte, na cruz em muitos casos*, e ressurreição no equinócio da Primavera.Os aniversários do Attis frísio, do Dionísio grego, do persa Mitra ou do Osíris egípcio, por exemplo, eram todos celebrados no solstício de Inverno, na sua maioria a 25 de Dezembro"
1- O Solstício de Inverno não é a causa única para todas as celebrações religiosas que existiram à face da Terra. Nem sequer se passaram todas no mês de Dezembro. Razões:
1.1 - O Calendário Latino tem peculiaridades que não estão presentes nos calendários de outras culturas religiosas. Uma dessas peculiaridades é existir um 25 de Dezembro.
1.2 - O Culto de Átis não tem semelhança alguma como de Jesus Cristo. Primeiro, porque o seu culto está ligado à fertilidade e ao auto-flagelamento (Átis cortou os seus genitais). Consultei 3 dicionários de Mitologia Greco-Romana e não encontrei uma única referência a um possível renascimento 3 dias após a morte. Onde quer a a Palmira tenha lido isso, é possível ser patranha.
1.3 - Não há data alguma que indique que Mithra ou Osiris nasceram no dia 25 - pelas mesmas razões que 1.1, e por falta de fontes que apontem tal facto.

2 - Sobre as tradições cristãs do Natal:
Tudo o que associamos ao Natal, prendas, festa, decorações, etc. remonta a esses antigos ritos pagãos e são património cultural de todos
2.1 - "prendas, festa, decorações, etc." não fazem parte da tradição cristã de Natal. Existe uma tradição religiosa e outra desenvolvida pelas comunidades, muitas vezes independente da religiosa, outras vezes com elementos claramente aproveitados da religião predominante, mas sempre um elemento à parte da celebração religiosa.

3 - Sobre Crucificações:
Os vários deuses Sol não são os únicos deuses encontrados crucificados em stauros sortidos, nem os únicos a ressuscitar após o sacrifício, Osiris e Hórus no Egipto, Krishna na Índia, Quetazlcoatl no México, Hesus dos druidas, Attis na Frígia, são apenas alguns exemplos.

Hórus não é crucificado, Osíris também não. O primeiro nunca morreu, o segundo foi desfeito em mil pedaços pelo irmão Set. Quanto a Quetzacoatl, nenhuma da simbologia atribuída a este Deus envolve uma cruz. Mais, a iconografia azteca possui martelos e foices, e ainda não se pensou que lá existissem comunistas. A existência de cores variadas nos túmulos egípcios também não é sintomático da existência de um movimento LGBT nas terras do Faraó. Krishna também não foi crucificado.

4 - Sobre o imperador Constantino:
O imperador Constantino, que viveu e morreu mitraista, promoveu vários elementos do seu culto pessoal ao Deus-Sol Mitra,
seria mais honesto, do ponto de vista académico, lembrar que a não-conversão de Constantino nos últimos dias ao Cristianismo é apenas uma opinião minoritária entre alguns académicos, visto a grande maioria de provas contemporâneas provarem-nos exactamente o contrário.

5- As diferenças do culto persa para o judaico-cristão:
O mitraismo, uma religião milenar elitista e iniciática, herdeira da riquissima tradição religiosa persa expressa no Avesta, com inúmeros rituais muito semelhantes aos depois adoptados pelos cristãos, nomeadamente a cerimónia da missa ou antes a Myazda mitraica,
estão provadas pela simples evidência que o culto judaico é a principal fonte para a liturgia cristã: pelo simples facto de os primeiros cristãos se terem convertido do judaísmo. O mitraísmo teve muito sucesso entre as castas militares de Roma, mas foi o cristianismo que conquistou as classes baixas das cidades e também as elites governativas do Império. O excesso de importância atribuido ao culto de Mitra é compreensível, no entanto, devido ao facto de mais provas arqueológicas nos terem ficado dos campos militares romanos do que dos palácios e cidades.
5.1 - A designação de "Pai" para um líder de uma comunidade religiosa:
o Pater ou Papa, era muito popular entre os soldados romanos, como assinala o historiador romano Quintius Rufus no seu livro «História de Alexandre».
não é propriedade dos persas. É muito, mas mesmo muito alargado. Além de que Papa é uma designação que só muito mais tarde se veio a aplicar ao Bispo de Roma, muito depois do fim de qualquer vestígio de culto de Mitra na Europa Ocidental.

Arqueologia e História

A ideia de que tanto a Arqueologia como a História são duas ciências "irmãs" parece-me tão errada como até perigosa para o espírito académico que as anima.
A própria complementaridade entre Arqueologia e História pode ser posta em causa, uma vez que os pontos que as interligam são tão comuns como as semelhanças entre a História e a Sociologia. Especialmente em Portugal a confusão ente os domínios das duas ciências tem sido obra de alguns irresponsáveis pragmáticos, que vêm a necessidade de "trabalho à vista" como a perfeita justificação para uns subsídios de investigação académica. A perversão destas duas ciências pelo excessivo convívio é notório.

A Arqueologia é a Logia do Antigo: não lhe interessa uma objectiva contextualização dos dados, apenas a sua conservação e estudo.

A História é o registo de uma sucessão continuada de acontecimentos cuja evolução está regida por causas profundas e, por sua vez, submetidas a leis universais.

Como escreveu Eric Hobsbawm: “O que a história pode fazer é descobrir os padrões e mecanismos da mudança histórica em geral e, mais particularmente, das transformações das sociedades humanas durante os poucos últimos séculos de mudança espectacularmente generalizada e acelerada. É isso que, mais do que previsões ou esperanças, se mostra directamente relevante para a sociedade contemporânea e as suas perspectivas de futuro” Ensaios sobre a História, ed. Relógio de Água, Lisboa, 2009

A História é o estudo da mudança. A capacidade de mudar é uma das premissas de uma comunidade viva. Enquanto que uma indústria neolítica ou um palácio minóico é uma oportunidade arqueológica para o desenvolvimento da sua arte, para o historiador possui um significado de morte, necessário e útil como é claro, mas apenas para justificar algumas teorias e para alimentar as necrologias que perfazem alguns capítulos sobre civilizações antigas.

A ausência de mudança, para o Historiador, é o fim de um Estudo, e o início da actividade do Arqueólogo.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Solidariedade através da Música

Agora que estamos numa altura do ano de muita azáfama, com a quadra Natalícia que, espero, seja passada da melhor forma possível, com toda a família, cheia de alegria, teremos ainda um momento de reflexão, de balanço sobre aquilo que fizemos (e não fizemos) durante o ano de 2010, por forma a podermos, dentro das nossas possibilidades, prever e preparamo-nos para o Primeiro ano da Segunda década do Século XX.
Enquanto as crianças estão fascinadas com seus brinquedos novos (ou talvez obriguem os pais a trocarem as prendas, com grande azáfama renascida nas Grandes superfícies comerciais, no dia 25, o que até é notícia de telejornal) estes, os pais, deitam contas à vida, pois os tempos são de grandes dificuldades ainda por vir.
Cada vez mais vemos a pobreza a crescer à nossa volta, com dados governamentais pouco abonatórios da nossa situação económico-financeira. As nossas esperanças numa vida em sociedade pacificada cada vez diminuem mais, pois com cada vez mais pessoas a caírem no desemprego, aumentam fenómenos alienantes, como a criminalidade, o alcoolismo, o consumo de substâncias proibidas, por forma a esquecerem os problemas.
Por estas e muitas mais razões é que devemos dar extrema importância a todas as actividades e iniciativas que promovam o bem-estar, a cultura, a aproximação de valores entre as pessoas. Exemplos de sucesso em todas as áreas existem e devem ser mostrados, que apelam à responsabilização social de todos nós por cada um que faz parte desta sociedade cada vez mais consumista.
Neste campo, a Música, uma das áreas da Cultura mais acessível, no meu entender, ao comum dos Mortais, tem papel fundamental para dar algum "pão espiritual", alguma alegria, paz interior, que de todos os lados só recebem más notícias.
A Arte musical ajuda a criar zonas de comunhão, de aproximação à verdade interior, àquilo que realmente nos une a todos, a procura da felicidade.
Exemplo bem recente partiu da Fundação Calouste Gulbenkian, que acolheu o evento "Música Por Uma Causa", no dia 12 de Dezembro. Tratou-se de uma iniciativa integrada na programação Gulbenkian Música 2010/2011, que propôs recolher instrumentos musicais destinados sobretudo a escolas de música de Moçambique, mas também de outros países africanos e do Médio Oriente, com a ideia de que um instrumento já não utilizado, mesmo em mau estado, pode ser aproveitado e ajudar na formação musical de jovens em situações seriamente desfavoráveis.
De acordo com Miguel Sobral Cid, responsável pela coordenação deste evento, era esperada "uma grande adesão por parte do público, uma enchente de crianças e de famílias para este dia cheio de música com uma larga oferta de bons concertos e outras actividades. Ao mesmo tempo, estamos a contribuir, de uma forma diferente, para uma causa social, através da recolha de instrumentos.»
Música Por Uma Causa é fruto de um parceria com Music Fund , uma instituição internacional fundada em 2005, que apoia a formação musical de jovens de países em desenvolvimento e em zonas de conflito.
A prática destas acções de beneficência/solidariedade sempre foi apanágio do povo Português, sendo um exemplo ainda fresco na nossa memória a música que Luís Represas criou, na sequência da luta pela causa Timorense. Convidado pelo então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, a deslocar-se a Timor, em visita oficial, levou na bagagem o tema que se tornou num hino à independência e paz do território.
Serve isto para nos dar confiança e apreço por aqueles que dão o seu melhor para nos alegrar com cultura de qualidade, para lembrarmos também que a Cultura ajuda a chegar ao Belo, aos sentimentos mais verdadeiros e puros que nos ajudam a sobreviver nesta torrente de tormentas em que parecemos (sobre)viver.

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"(...) as leis não têm força contra os hábitos da nação; (...) só dos anos pode esperar-se o verdadeiro remédio, não se perdendo um instante em vigiar pela educação pública; porque, para mudar os costumes e os hábitos de uma nação, é necessário formar em certo modo uma nova geração, e inspirar-lhe novos princípios." - José Acúrsio das Neves