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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Restaurar a Não-Monarquia!

Há 104 anos, um monarca de uma monarquia sem monárquicos foi abatido selvaticamente em Lisboa, em nome da "liberdade e democracia", por um bando de republicanos. 104 anos passados, um bando de monárquicos sem monarquia pretendem lembrar esse monarca, em nome da "liberdade e democracia", frente aos republicanos.

PS: não gosto nada de ver o blogue O Gládio metido nestas mariquices, e o Carlos sabe bem porquê. Neste assunto os nossos pontos de vista, tantas vezes iguais, não se tocam.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Das Cheias da Tailândia

in Combustões
Os governos representativos são coisa bonita, mas não resistem à mínima contrariedade. Pergunto-me para que servem esses parlamentos amadores, com 200, 300 ou 400 deputados reunidos em permanência – com as suas comissões parlamentares, as suas auditorias, os discursos de facção, as oposições – se não conseguem responder a solicitações tão básicas como o fornecimento de água potável e um prato de arroz a milhões de pessoas afectadas por uma calamidade natural. Sim, como no Antigo Regime, deviamos ter uns Estados Gerais de dez em dez anos, um governo escolhido e devidamente vigiado por um funcionalismo público especializado e pouco mais.
Ausência de governo representativo ? Não, porque no Antigo regime havia as liberdades que obrigavam o Estado a não ultrapassar os seus limites, havia os parlamentos regionais, as comunas e os corpos sociais sempre atentos à mínima tentação controleira do governo central. As pessoas clamam por liberdade – o mais precioso dos bens – mas começam a desesperar da intolerável inépcia daqueles que, embora eleitos, já não conseguem esconder a escancarada mentira de uma inutilidade prejudicial.

domingo, 23 de outubro de 2011

Left to themselves or led by their tribunes the masses never established anything. They have their face turned backwards; no tradition is formed among them; no orderly spirit, no idea which acquires the force of law. Of politics they understand nothing except the element of intrigue; of the art of governing, nothing except prodigality and force; of justice, nothing but mere indictment; of liberty, nothing but the ability to set up idols which are smashed the next morning. The advent of democracy starts an era of retrogression which will ensure the death of the nation and the State . . . .
Proudhon, Du principe de federation

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Human Will and Popular Sovereignty

«. . . because of this ignorance of the primitiveness of their instincts, of the urgency of their needs, of the impatience of their desires, the people show a preference towards summary forms of authority. The thing they are looking for is not legal guarantees, of which they do not have any idea and whose power they do not understand; they do not care for intricate mechanisms or for checks and balances for which, on their own account, they have no use; it is a boss in whose word they confide, a leader whose intentions are known to the people and who devotes himself to its interests,that they are seeking. This chief they provide with limitless authority and irresistible power. The people, considering everything to be just which they consider useful to themselves, since they are the people, ridicule all formalities and do not impose conditional limitations on the depositories of power. Inclined towards suspicion and calumny, but incapable of methodical discussion, they believe in nothing definite save the human will. Their only hope is man. They have confidence only in their creatures: In principibus, in filis hominum. They expect nothing from principles—which alone can save them. They do not have the "religion of ideas."»

P. J. Proudhon, Du principe de federation

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rei Demos

Real, Real, Por Quem Não Merece Portugal!
1. Dou o meu inteiro apoio ao Movimento das Forças Amadas e à Junta de Salvação Nacional, a minha plena adesão ao seu Programa, especialmente em ordem à instauração de uma verdadeira e consciente Democracia, saneamento da vida pública e solução do problema do Ultramar, no mais estrito respeito pelos inalienáveis direitos da pessoa humana.
Mensagem do Príncipe da Beira, 1974

sábado, 25 de junho de 2011

Portugal, uma Não-Ditadura

O Partido Popular Democrático/Partido Social-Democrata tem uma Maioria Parlamentar na Assembleia da República, é parte maioritária no Governo, é a cor partidária do Presidente da República e do Presidente da Comissão Europeia, os mais altos cargos hierárquicos a exercer soberania sobre o actual território português. A isto devemos somar a influência no Tribunal Constitucional e outras prerrogativas que partem dos cargos anteriormente listados, como o controle total de um exército mercenário, das desiludidas empresas públicas e de uma corja de magistrados sindicados.

Os militantes PPD/PSD formam uma minoria ridícula do povo português. As elites sociais que verdadeiramente o controlam são ainda menos significativas.

No entanto, as competências e poderes atribuídos a este pequeno grupo de pessoas, somados todos os cargos que estão sob tutela de membros deste partido, fazem do PSD, sem dúvida, o órgão de poder mais poderoso da história de Portugal. Aliviada a pressão supervisora da troika, o PSD tem carta branca para subir impostos, dissolver assembleias, controlar a media, influenciar a opinião externa sobre personalidades públicas portuguesas, virar o Estado "de ponta cabeça" e fazer-nos acreditar que tudo está OK-Go! e exigir todo o tipo de sacrifícios e impor todo o tipo de soluções que muito bem lhes venha à cabeça, sem qualquer tipo de oposição séria.

Um constitucionalista diria que Portugal está perante um super-presidencialismo, nada mais. Um mero glimpse pela nossa história é suficiente para compreender que nem nas eras de maior controle da aristocracia, nem nos tempos de maior regalismo monárquico, nem mesmo quando o poder se concentrava às voltas da cadeira do Presidente de Concelho, jamais tantas competências e tamanho raio de acção política esteve concentrado em tanta quantidade e em tão pequeno grupo de gentes. O resultado de tudo isto só poderá ser o verdadeiro despotismo.

Ainda vamos penar por Sócrates.

domingo, 19 de junho de 2011

O Vazio Pegou-se à Estalada - Manifesto Anti-Causa Monárquica

Existe pouca coisa mais gloriosa do que uma luta de bigodes monárquicos.
Quem tiver tempo e disponibilidade para ler estas três comédias perceberá facilmente do que falo.
Este tipo de dramatismos rotos são típicos de associações sem disciplina e sem objectivo - são celeumas mesquinhas da velhice que um ideal tão binário como este (de arranjar um trono para um tipo gorducho e simpático para depois tê-lo lá calado e "democrático") provoca nos homens.

Ficam desde já entregues, de bandeja e em prosa fina, os principais problemas da Causa Monárquica, para auto-correcção dos visados:

1- A Causa Monárquica não lê, ou pior, lê as obras do Mendo Castro Henriques - a doutrina de que se envolve é própria de um movimento de massas comandado por uma elite lobotomizada.

2- A Causa Monárquica não pensa - não tem um único intelectual, um rosto carismático, é uma sociedade saudosista atrelada a alguns cronistas e bloggers, como o Miguel Esteves Cardoso, que escreve cagadas destas, onde se tira a ideia de que ser monárquico é, no fim de contas, ser republicano mas não de 4 em 4 anos.

3- A Causa Monárquica nem sequer é monárquica, é democrática, liberal e parlamentar. Como tal é - à excepção do procurador vitalício despido de competências concretas que procura colocar na chefia do Estado, em regime hereditário de funcionário público - já parte integrante do sistema. Por aquela ridícula e minúscula diferença mais vale não ser monárquico, e será praticamente impossível, uma vez desaparecido o espectro da crise económica (e respectivo queixume inconsequente), atrair algum jovem fora das coutadas da Foz e de Cascais disposto a perder oportunidades políticas por causa dela.

4- A Causa Monárquica, além de burra e estúpida, é velha e nasceu velha. Porquê? Primeiro, foi criada historicamente pelos inadaptados do regime republicano, todos aqueles que sabiam que não podiam garantir a sua sobrevivência política num estado comandado pelo Partido Republicano Português. Estes senhores, grande parte deles antigos sequazes do Partido Regenerador Liberal, foram-se "comendo" em conluio com a nova República ou em aventuras militares às quais não tiveram estofo de dar continuação digna. Sem ideias novas a não ser o retorno a símbolos caducos e desacreditados pelo país e pelo estrangeiro, andaram a reboque das circunstâncias até 1926.

5- A Causa Monárquica foi tanto um movimento de resistência à ditadura como é um movimento de vanguarda intelectual respeitável por mais pessoas que as que vegetam na Praça Luís de Camões, 46, 2º Dto, Lisboa. Aparte as alturas em que se apropriou do nome dos Integralistas Lusitanos, especialmente aqueles que compunham a única força política organizada não-esquerdista oposta ao Estado Novo, a Causa Monárquica dançou com o Estado Novo tudo o que tinha a dançar, e só o largou para participar gloriosamente no baile da República Democrática.

6- Sendo assim, além de não ter uma ideia nova há mais de 100 anos, ser um viveiro de snobs efeminados e cobardes, a Causa Monárquica é um Partido. A diferença é que se chama Causa - mas move-se como um partido, fala como um partido e partilha do mesmo tipo de vícios. Uma outra diferença é que, ao contrário dos partidos, não tem programa nem agenda definidos, mas tem a profundidade e eloquência dos discursos em Parlamento do Quartin Graça, que é um óptimo senhor.

7- A Causa Monárquica é conservadora, e quando não o é, é jacobina. Às vezes descamba para a loucura das definições e é realista, ou o diabo que o carregue. Preserva-se a Monarquia porque sim - sem procurar saber objectivamente porquê, mas sempre a falar dos símbolos e da malta que morreu a capturar o Gungunhana com as calças na mão. Depois do famoso Discurso do antigo mandatário desta Causa Frustrada - Monárquicos Porque Sim - a nova direcção devia apostar na criação do Manifesto Republicanos Porque Não.
A CM é jacobina quando é anti-aristocrática e quer pôr o povo todo igual. Excepto o Rei. Porquê? Porque sim.

8- A Causa Monárquica, nua, é horrorosa.

9- A Causa Monárquica não tem discussão, não tem inovação, mas tem Loja, só que não tem sequer bons preços para os pins e para as gravatas (item presentemente indisponível).

10 - A Causa Monárquica é fogo de vista numa era que a ultrapassa. É promotora de uma forma de Monarquia que é apenas um estágio anterior, no que toca à preservação de instituições políticas, ao regime actual. Se a transferência da soberania do Monarca Constitucional para o Candidato Eleito fez-se, em Portugal, por processo revolucionário, foi apenas porque as forças que coordenavam o sistema viam e viram esta transferência como inevitável e resolveram-se a apressar o descalabro do regime. Jogar contra estas forças de mudança sem se lhes opor directamente é o vosso Problema - não têm uma cultura de pensamento conservadora consolidada, algo que é necessário para se defender uma Monarquia (mesmo que se queira ser Moderno).

Mas quando se tem a conversinha da democraciazinha, pensar não é lá muito necessário, não é?

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Política em Stand-by (II)

É o Regabofe da Democracia, a tão propalada "Festa" do Voto.
É a palhaçada da "Liberdade, Igualdade, Fraternidade".

Neste preciso momento - e num PC com Internet perto de si - nos Canais 1, 2, 3 e 4 da TV generalista Portuguesa, temos a possibilidade de ver quatro gravatas diferentes vestidas pelo Presidente do partido político Movimento Esperança Portugal. Deve ser o único ponto de interesse, se os candidatos até concordam uns com os outros e os moderadores dos debates estão tão, mas tão , mas tããããããão interessados e preparados para os moderar que acho que até o Gajo de Alfama fazia melhor: http://www.youtube.com/watch?v=kV_eQPIlfbQ&feature=related.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Aforismos

A Abstenção começa quando desligámos a tomada da Televisão. O Fio Condutor que alimenta a Democracia é o mesmo.

domingo, 29 de maio de 2011

The Dogma

John Médaille
The Dogma of Democracy

Modern democracy has come to mean, in preference to all other possible forms, electoral democracy, where the officers of the state are chosen in periodic plebiscites determined by secret ballot. This has long since been the dominant form, and has become, in common usage, the only meaning of democracy. In the last 100 years we have fought numerous wars to make the world “safe” for this form; it is as if we believed that the right level of shock and awe would turn the citizens of Baghdad into good Republicans and Democrats, or convert Afghanistan into a suburb of Seattle.

Since this democracy is something we are willing to both kill and die for, it assumes the status of a religion, albeit a secular one. Like all religions, electoral democracy has its central sacrament, its central liturgy, and its central dogma; its sacrament is the secret ballot, its liturgy is the election campaign, and its dogma is that the election will represent the will of the people.

But is this dogma true in any sense? Is the “will of the people” really captured by 51% of the voters? Clearly, not everyone votes, so the will of the voters may not at all be the will of the people. One might respond that it is the will of the people who cared enough to vote. However, that ignores the fact that there are people (like myself) who care enough not to vote; people who find no party acceptable, or worse, find that both parties are really the same party with cosmetic differences for the entertainment and manipulation of the public.

I suspect that if there were a real choice on the ballot, such as a box marked “none of the above,” turnout would be higher, and this last choice the consistent winner. But in any case, it is not true that the will of a bare majority of the voters can easily be equated with the “will of the people.”

Further, we can ask if a bare majority is actually a sufficient margin for any really important decision, one that commits everyone to endorse serious and abiding actions. For example, should 51% be allowed to drag the rest into war? Or into the continuing war against children that is abortion? Certainly, there are issues that can rightly be decided by bare majorities, but the important issues cannot fall in that category.

There is yet another problem with the dogma of representation, because there are clearly two groups which elections cannot canvass: the dead, and the yet unborn, the past and the future. In an electoral democracy, the interests of the living predominate. Now, as to the first group, some say that we should not be bound by the dead past, and that our first freedom is freedom from our parents. There is, of course, a grain of truth in this; death is there for a reason. Nevertheless, life is bigger than the present moment, and no generation, no matter how scientific, can grasp the totality of life, can completely discern the correct way of living in the world.

The world as it is at any given moment is the result of decisions and actions that make up its past. The traditions we receive are the sum total of the distilled wisdom of the past about how to live in the world and with each other. It is, of course, an incomplete knowledge, and our task is to add to it, and to pass it on. Tradition therefore comes from the past but is oriented to the future. But democracies tend to erode traditions by pandering to current desires. G. K. Chesterton has labeled tradition “the democracy of the dead,” and a real democracy will accommodate these absent constituents.

In abandoning the past, democracy also abandons the future. We pile the children with debts they cannot pay, wars they cannot win, obligations they cannot meet; we allow the infrastructure to deteriorate and so weaken even their ability to earn a living. We vote ourselves large pensions at an early age, confident that we can live on the taxes paid by the children, even as we restrict the number of children we have, placing an even bigger burden on the ones that remain.

But in abandoning both the past and the future, democracy abandons even the ability to represent the present, because without the guidance of the past and the concern for the future, even the present moment loses its reality. The present moment is always ephemeral, because as soon as one grasps it, it is already history. Without tradition and an orientation to the future, the present moment becomes a kind of cultural Alzheimer’s, with no memory and no direction.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Estado de Direito e Opinião Pública

Desta vez, nem se preocuparam em realizar um julgamento fantoche - procederam logo à execução sumária de Osama bin Laden. Contentes ficaram as Massas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Democracia Mórbida

Ortega Y Gasset,
We live surrounded by people who do not hold themselves in high esteem, perhaps with good reason. These people want the equality of all men to be immediately and forthwith proclaimed; equality before the law is not enough for them: they long for a declaration that all men are equal in talent, sensibility, refinement, and degree of feeling. Every day that goes by without the triumph of this unrealizable leveling is a cruel day for these resentful creatures, who feel themselves fatally condemned to form the moral and intellectual plebs of our species. Left to themselves, they taste gall and wormwood; it avails naught that, through minor intrigue, they succeed in playing showy roles in society; their apparent social success poisons their inner selves even more, revealing to them the un- stable disequilibrium of their life, threatened at every instant by a deserved fall; in their own eyes they appear as falsifiers of their own selves, as counterfeiters of a tragic specie, where the coin defrauded is the fraudulent person himself.

This state of the spirit, sodden with corrosive acids, is made most manifest i n those offices where the fiction concerning the missing qualities is least possible. Is there anything so s ad as a writer, a professor, or a politician without talent, without refined sensitivity, without lofty character?
How are these men, bitten by the knowledge of their intimate failure, to look upon men that cross their path breathing attainment and radiating a sound self-respect and self-esteem?
And thus it is that journalists, professors, and politicians without talent compose the High Command of envy, which, as Quevedo says, is so skinny and yellow because it goes about biting but does not eat.
What today we call “public opinion” and "democracy” are little but the purulent secretion of these spiteful souls.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Pergunto-te, Irmão

Se eu não vou votar nestas legislativas, porque razão tenho eu de pagar a porra das tuas eleições?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Democracia empenhada

Este ano, lute contra a abstenção - faça como eu, vote em todos os partidos presentes no seu boletim de voto.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Sinto muito pelo Estado Sentido

Não compreendo este ataque de histerismo do Samuel Paiva Pires. Para alguém que faz análise política através de blogs há já alguns anos, toda esta manifestação de entusiasmo é tão ingénua quanto infantil.
Faço minhas as palavras de RBR

Como se a demissão de um palhaço (e a antecipação da eleição de outro) justificasse qualquer festa... Será que vão enrolar uma bandeira do PSD e fumá-la?

Só errou RBR na mortalha do Samuel PP. Todos nós sabemos que o Samuel, agora, só fuma democrata-cristão. Daí a crença imbatível de que a fonte do mal do socialismo residia em José Sócrates e no seu governo - isto só é sustentável entre os liberais como o Samuel enquanto dogma de fé, e não enquanto verdade reconhecível. Os traços de jacobinismo do liberal-conservadorismo são tão evidentes como a crescente careca do jovem blogger - o último parágrafo da ode à democracia é a prova como, da sua tolerável tolerânciazinha, nascem dualismos de posições que exigem, em nome do Bem Público do demoliberalismo, a supressão de uma das partes - A Parte Maléfica.

(os negritos são comentários meus)
Quanto aos socráticos socretinos e outros quejandos paladinos da infelizmente risível responsabilidade irresponsável, quero dizer que me estou pura e simplesmente a marimbar para as vossas opiniões (Samuel de Paiva Pires - um novo José Sócrates em potência) – se é que alguns dos chorrilhos estupidificantes por aqui derramados possam sequer ser considerados como opiniões (é mesmo isso, queima-os na estaca! viva a Liberal Inquisição!). O Facebook é uma ferramenta magnífica, provavelmente uma das invenções mais democráticas jamais criada, no que à participação política diz respeito (quando serve os nossos propósitos é democracia - se não, é socialismo caviar). Permite a masturbação e a regurgitação pseudo-intelectual em larga escala e tempo real de todos quanto o pretendam fazer (o que é bom), ao mesmo tempo que do alto da sua arrogante e sábia ignorância presenteiam ilustres desconhecidos (leia-se Samuel PP et all) com epítetos do mesmo jaez, numa suprema demonstração do seu civismo e educação (too good for your shit). Pois bem, já que assim é, vão mas é trabalhar que este evento já acabou e deixem-se de merdas ó cambada de presunçosos socretinos e pseudo-preocupados com o estado do país (acabou em beleza! "Eu gosto é de malhar na Esquerda")!!!»

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"(...) as leis não têm força contra os hábitos da nação; (...) só dos anos pode esperar-se o verdadeiro remédio, não se perdendo um instante em vigiar pela educação pública; porque, para mudar os costumes e os hábitos de uma nação, é necessário formar em certo modo uma nova geração, e inspirar-lhe novos princípios." - José Acúrsio das Neves